A CASA DAS MÁSCARAS

A CASA DAS MÁSCARAS

A CASA DAS MÁSCARAS     A casa das máquinas guarda o dínamo infindo da vida; Move, remove, pulsa a repulsa do Eu íntimo... E os operários, mascarados numa ópera débil e amiúde, Beirando um tango samango... Vulgo Cotidiano!   Eis a Casa das Máscaras! Segredada por...

DOCE DE LEITE

DOCE DE LEITE

DOCE DE LEITE     E passadas as estações E o frio tempo das desimportâncias, Como criança via sua flor Castanhar a tarde no céu.   Pensava que a poesia sem serventia Não era mais tema dos teus dias... Ainda assim, olhava de longe sem ver, Como quem olha a lua do meio...

TÁGIDE

TÁGIDE

TÁGIDE     Os lábios entoam os zéfiros idílicos, Como a canção ruflosa dos ermos passados, Um beijo afável, a máxima prestante! Que em mim, lumia a escuridão...   Parco em delírios pérfidos, Cuja as vozes pervias Sussurram meus desejos, Em que a sibila que vejo  ...

DE RESTO À RÉSTIA

DE RESTO À RÉSTIA

DE RESTO À RÉSTIA     Não há arrependimento onde há amor Não é fardo algum irrigar a flor Quiçá a vaidade vislumbrar o campo Desdenhar o canto que já se acabou   Não há semente que não brote Não há choro que não conforte Onde eterno for o amor Não há distância que não...

HAIKAI ESTRELAR

HAIKAI ESTRELAR

HAIKAI ESTRELAR     Queria que fosse possível Poliamar estrelinhas E desenhar trisais no céu...   (Anderson Delano Ribeiro)

LUTA

LUTA

LUTA   E lutou tanto que um dia a dor venceu E a luta virou luto na alma que adoeceu   Anderson Delano Ribeiro

SONETO DA VOLTA

SONETO DA VOLTA

SONETO DA VOLTA     Pelo a pelo, Pelo apelo do seio, A saudade é parte Da arte do anseio   As constelações Sinais do corpo, Constatações do todo! Ao Sul do Rio porto   A boca que guia ao surto! Perfume absurdo Das dunas curvas,   O gozo volta e turva, Esfumaça a...

FOTOPOEMA N°3

FOTOPOEMA N°3

FOTOPOEMA N°3   Entregou seu Amor Feito Flor... Mas era só uma Flor.   (Anderson Delano Ribeiro)     Fotopoemas são feitos em cima de fotos tiradas por mim no cotidiano.

FOTOPOEMA N°2

FOTOPOEMA N°2

FOTOPOEMA N°2     E no peito da flor Havia um coração Amarelo verão.   (Anderson Delano Ribeiro)     Fotopoemas são feitos em cima de fotos tiradas por mim no cotidiano.

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