RE-CICLO

RE-CICLO

RE-CICLO (Sobre longas cartas ao mar)     E cada letra era gota, E cada gota uma carta transborda E cada carta um amor se recorda E cada recorte um pedido E cada pedido um ferido E cada ferido um silêncio E cada silêncio, uma gota.   (Anderson Delano Ribeiro)...

NA TARDE

NA TARDE

NA TARDE   Na tarde, o teu nome invade A curva da cova risonha me arde, Tem saudade nos ipês da cidade, As cores ao chão num tapete como o teu, Longe encenas a normalidade... Indo eu, nômade em necessidade Alcançar-lhe além-mar a insanidade perdida.   (Anderson Delano...

SIGNIFICÂNCIAS

SIGNIFICÂNCIAS

SIGNIFICÂNCIAS     Eu gosto da noite, porque as significâncias tem mais valia no silêncio…   (Anderson Delano Ribeiro)

ELEGIA DOS 35 ANOS

ELEGIA DOS 35 ANOS

ELEGIA DOS 35 ANOS     Eram melhores amigos, uma sintonia absurda e uma intimidade absoluta, uma loucura que quebrou distâncias, diriam os céticos que seria impossível, mas a vida é um livro sendo escrito, dentre idas e vindas, acreditava no amor, e na diferença de...

HAICAI AORTA

HAICAI AORTA

HAICAI AORTA     Deixar ir é um ato de Amor, Nem sempre a flor bruta brota, No horto ou na Aorta Coração!   (Anderson Delano Ribeiro)

CASTANHOS TARDIOS

CASTANHOS TARDIOS

CASTANHOS TARDIOS     Havia dedicatória naquele céu, onde o passarinho cantava no mesmo idioma dos olhos dela.   Ela não viu, não ouviu, nem sentiu a saudade em tons de azul e castanhos tardios.   (Anderson Delano...

NINHO CORAÇÃO

NINHO CORAÇÃO

NINHO CORAÇÃO   Eu acolho ela expulsa, Eu acalmo ela pulsa. Casa vazia sem o canto dos passarinhos é peito triste, sem sentir o teu pulsar.   (Anderson Delano Ribeiro)

SONETO DO VENTO DA MORTE

SONETO DO VENTO DA MORTE

SONETO DO VENTO DA MORTE   O vento que bate em meu rosto É como o tempo que muda teu corpo A lua se intumesce toda Quando a morte beija-me a boca   A morte tão bela e tão forte É a vida dos que não tem sorte O tempo com o vento da morte Passa em meu pulso fazendo três...

PELA ESTRADA AFORA

PELA ESTRADA AFORA

PELA ESTRADA AFORA     Quão forte e débil a menina pela estrada afora, sozinha a enfrentar um duelo de si mesma, todos os dias, a mesma correria. “Seja educada” diziam eles, porte-se como uma mocinha diziam, mas ela era dona de si mesma, crítica, evoluída não era a...

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