NO DIA EM QUE OS PASSARINHOS CANTARAM
NO DIA EM QUE OS PASSARINHOS CANTARAM No dia em que os passarinhos cantaram. Eu jurei ser poesia, Todo amor que me cabia, Eu jurei por ti seria! Que de amor eu viveria, Por amor pra vida inteira, Quem diria verdadeira A promessa no banquinho, Era anjo ou…
RETRATO EM PRETO E BRANCO
RETRATO EM PRETO E BRANCO Sem cor, pálida flor, sem vida, pedida, perdida na esquina do verso, do verbo… (Anderson Delano Ribeiro)
CACTOS AMANHECIDOS
CACTOS AMANHECIDOS Em mim habitam muitos vazios, Resolvi preencher com vasinhos, Cactos amanhecidos na janela, Numa débil tessitura De força e delicadeza, Confesso que a destreza no peito É medo que a tristeza inunde o leito, Transbordando na quaresma Os restos…
O QUE É SAUDADE?
O QUE É SAUDADE? Saudade é sopro que invade a caixinha de eternidades e nos leva ao outro em momento fora tempo. É o pedaço que trocamos com o outro. E que sussurra baixinho histórias de uma vida vivida Ou mesmo sonhada… Saudade é conexão que não cai como o…
CASEBRE
CASEBRE Coração vazio Casa abandonada Na beira da aorta Aos fundos da estrada (Anderson Delano Ribeiro)
MAIS VALIA
MAIS VALIA De tudo que eu produzi, Um dia eu possa sentir. (Anderson Delano Ribeiro)
O RELICÁRIO E O ANEL
O RELICÁRIO E O ANEL A menina cresceu, suas cores se esqueceu, meu poema enlouqueceu no silêncio dessas brumas… Ecoando em calafrios, a idade bate a porta, e o poeta de outras Vidas, silencia em Alma morta! O anel que eu não te destes, colorido acinzentou,…
A CASA DAS MÁSCARAS
A CASA DAS MÁSCARAS A casa das máquinas guarda o dínamo infindo da vida; Move, remove, pulsa a repulsa do Eu íntimo… E os operários, mascarados numa ópera débil e amiúde, Beirando um tango samango… Vulgo Cotidiano! Eis a Casa das Máscaras! Segredada…
DOCE DE LEITE
DOCE DE LEITE E passadas as estações E o frio tempo das desimportâncias, Como criança via sua flor Castanhar a tarde no céu. Pensava que a poesia sem serventia Não era mais tema dos teus dias… Ainda assim, olhava de longe sem ver, Como quem olha a lua do…










