SES YEUX
SES YEUX Joga Jogral sementes às nuvens! Há que estás nuvens levar os medos? Ante aos colibris perdidos em arvoredos, Cuja a dor é temor, a que as rosas enviúvem! Há que estas nuvens serem mãos da minha musa perfeita? A senhora de todas as seitas, Não! Há de ser…
PNEUMÁTICO
PNEUMÁTICO Tosse… peço que não tome posse dessa dor, posto que inda rima, esta minha sina doce de poetizar… Cantante Pneu, sinfonia corrente ao ar. (Anderson Delano Ribeiro)
ÀS VEZES
ÀS VEZES Às vezes, uma arvore não é uma arvore e sim amor, Às vezes, um galho é o vazio, e folhas, são plumas vegetais de sonhos vãos… Às vezes, um charuto não é um charuto psicanalítico, E o Itabira, já dizia, é so o Itabira. Às vezes a poesia é muda… E mudinha vira…
DAS TEMPESTADES
DAS TEMPESTADES Largos passos, De ríspido pranto Dos lagos secos, Destila-me o sereno, Destina-me teu veneno, Ad infinitum me livro… Marca-passo, marca-livro, marca-lauda, marca o siso, marca o tempo a tez o pliso. (Anderson Delano Ribeiro)
ASAS AO NORTE
ASAS AO NORTE Brasília a noite, Vim buscar Estrelas! Mas outrora em vê-las, Perdi-me o siso! Agora indeciso, Eu busco meu Mar! Onde hei de prostrar memórias tempestas… Estas luzes não me guiam, Desfiguram minhas réstias, Mas aqui, bramam-se os dias, …
RIMA BREVE 2
RIMA BREVE II Rima breve, leve contigo o démodé, o clichê e o patê gourmet, Quero mais que padedê, pra render meus paetês, Que não sei por que, fremem por você. (Anderson Delano Ribeiro)
NA SOLIDÃO
NA SOLIDÃO Na solidão a comida nem sempre é feijão, Saberias a questão, dissabor amargo, Que matuto, refuto o prato devoluto, Toma me poema, consome, que eu sumo… (Anderson Delano Ribeiro)
HAIKAI OMISSO
HAIKAI OMISSO De todo O Mito, Sei que Mente o reflexo do que Soul. (Anderson Delano Ribeiro)
AMARULA
AMARULA Amarelo em mechas loucas, Que eu quero em réstias soltas, Toco os lábios em ventura Arde a boca em amarula. (Anderson Delano Ribeiro) (Foto por David Levine – CreativeCommons)










