SONETO DILACERADO

SONETO DILACERADO

SONETO DILACERADO   De lá será da mente O infinito cotidiano, Das Agruras que me Beijam amaviosa vis,   De um pranto que se planta dissabor, Quão devoluta ventura Desta aventura vil,   Arde, o suspiro nada doce Que do âmago se amargura, Há que desta aurora febril  ...
SONETO DO VENTO DA MORTE

SONETO DO VENTO DA MORTE

SONETO DO VENTO DA MORTE   O vento que bate em meu rosto É como o tempo que muda teu corpo A lua se intumesce toda Quando a morte beija-me a boca   A morte tão bela e tão forte É a vida dos que não tem sorte O tempo com o vento da morte Passa em meu pulso fazendo três...