por Anderson Delano | set 13, 2026 | ÍNDICE, LAUDAS ALAUDADAS, POESIAS
AREIAS NEGRAS Quão bela trilha, Tênue sinfonia, Ondas aos pés da ilha, Eia, própria sintonia, Desenterra este âmago do baú das agruras, O tesouro amargo desabrocha, feito aráceas em flor, Das lacrimais ondas flutuam ritmadas águas-vivas, garças riscam a lauda-céu,...
por Anderson Delano | ago 7, 2026 | ÍNDICE, LAUDAS ALAUDADAS, POESIAS
MISSIVA EM ESTRELAS FLUTUANTES Trago em mim a cândida Realidade do que fora sonhar, Pois sei que ainda nesta Vida, Hei de vislumbrar estes olhos imensos e entardecidos… Há que vinde a noite Estrelas Flutuantes nestes olhos… Em que és tu, a própria Lua! Lilás,...
por Anderson Delano | set 23, 2025 | ÍNDICE, LAUDAS ALAUDADAS, POESIAS
CÁLIX Alar-te-ei, Dríade das manhãs! Quão jacente dentre os véus, Desnudando segredos, Evocando aos céus… Segregados no passado, Degustados como medo, Despe os sonhos dos culpados, Entornando seus desejos. Ó doce estrela de sal, Mádidos lábios de vinho, Gotejam...
por Anderson Delano | set 22, 2025 | ÍNDICE, LAUDAS ALAUDADAS, POESIAS
ZÉJEL SOLENE Para que há tardança? Acalentar a criança, Prorrogar uma dança? Quão olente flor de laranjeira, Solfejar da graúna do alto de uma palmeira, Não fosse essa tal segunda-feira, Talvez até mergulhasse da cimeira, Afetado pelo fremente calor que refuto, Ébrio...
por Anderson Delano | fev 28, 2025 | ÍNDICE, LAUDAS ALAUDADAS, POESIAS
A CONDESSA — Salve a Deusa, Ave a Condessa! Antes que a ventura padeça, Antes que o mar resplandeça! Sálvia doce aconteça… Senhora do Quadrilátero Cruls… Erradia em minhas paixões, Nos afrescos da Catedral, Prosto-me ao chão contigo, Como o cântico antigo:...
por Anderson Delano | fev 27, 2025 | ÍNDICE, LAUDAS ALAUDADAS, POESIAS
VÉSPER E LUA D’um colar de estrelas brancas Colam-se em beijos sublimes, subliminares, coxas, seios, ancas, Gestos simples sobre os lábios firmes; Ronronam nuas Ondas, Sobe e desce o Mar, Estremece toda a ponta, Das colinas ao quebra-mar, Perpétuas flores...