por Anderson Delano | nov 19, 2015 | ÍNDICE, LAUDAS ALAUDADAS, POESIAS
PARADEIRO Inconstante grão de areia, Que o vento leva do jardim, Vento bate e freme a teia, Seca o sangue do jasmim, Pobre aranha que balança, Segue a rima sem cair, Tem seu templo estilhaçado, Aos pecados seduzir… Vem dos olhos da criança A pureza que...
por Anderson Delano | set 29, 2015 | ÍNDICE, LAUDAS ALAUDADAS, POESIAS
CAFÉ COM LEITE Eis o mar perante meus olhos úmidos, Suga a saliva doce de um rio café com leite; Em tanto ar que me sufoca a alma, Imenso o toque acalma, Desliza a palma sutil, Na pele febril deste homem, Em que os sonhos jovens somem… Velhos novos dias!...
por Anderson Delano | set 11, 2015 | ÍNDICE, LAUDAS ALAUDADAS, POESIAS
O DRAGÃO O Dragão em tua pele É fato! Misticidade Divina, habita a lua De Jorge, neste dorso lunar, Imenso, imensurável, norte E sul deste Universo, forte! Neste crepúsculo perverso, Em que bebe das lunas Mamárias de um anjo; — Escamas em seda derme! Ergue-te!...
por Anderson Delano | set 11, 2015 | 140 MICROCONTOS, ÍNDICE, POESIAS
EU NUNCA AMEI O MAR Eu nunca amei o mar, confesso, porém insistente o mar me cativou, cantando baixinho em noite ondejante, inundou poesia em riso miúdo. De quem nunca desistiu de mim. (Anderson Delano Ribeiro – 2012) ...
por Anderson Delano | set 10, 2015 | 140 MICROCONTOS, ÍNDICE, POESIAS
COR DE TERRA Nós somos iguais, somos todos cor de terra, antes mesmo de Gaia, Tiamat, ou todas as eras. Somos fruto, adubo, sonho, solidão. (Anderson Delano Ribeiro)