SONETO ENTRE FRACASSOS
 
 
É que o meu fracasso, 
É que afeto não se compra, 
E saudade não se encontra
Em ritmia em outro peito, 
 
É que meu fracasso, 
Não se mede no abraço, 
Não precede ao laço, 
De um plano perfeito, 
 
Talvez meu fracasso, 
Foi ter sido poeta, 
Em sentido da meta
 
De sentir carne osso, 
É que talvez meu fracasso, 
Foi não ter sido de Aço.
 
(Anderson Delano Ribeiro)
Anderson Delano

Anderson Delano

Graduando em Psicologia pela UFF, poeta, músico, apaixonado por arte, design, nerdices e pela Psiquê.

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