SONETO CORES PERDIDAS
 
 
Perdura, estranha loucura,
Perdoa e me cura?
Perpétua flor de agruras,
O sonho que flutua…
 
Na névoa se situa,
Jardim que se esqueceu,
Perpétua perpetua…
Não minha, mas tua…
 
Candura? Se foi…
Quem espera na esquina?
A menina, certa hora,
 
Teimosa senhora,
Da dor que me adormece,
Não esquece, do que foi.
 
(Anderson Delano Ribeiro)
Anderson Delano

Anderson Delano

Graduando em Psicologia pela UFF, poeta, músico, apaixonado por arte, design, nerdices e pela Psiquê.

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