NA TARDE
 
 
Na tarde, o teu nome invade
A curva da cova risonha me arde,
Tem saudade nos ipês da cidade,
As cores ao chão num tapete como o teu,
Longe encenas a normalidade…
Indo eu, nômade em necessidade
Alcançar-lhe além-mar a insanidade perdida.
 
(Anderson Delano Ribeiro)
Anderson Delano

Anderson Delano

Aprendiz de psicólogo pela UFF, poeta, músico, apaixonado por arte, design, nerdices e pela Psiquê.

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