DE RESTO À RÉSTIA
 
 
Não há arrependimento onde há amor
Não é fardo algum irrigar a flor
Quiçá a vaidade vislumbrar o campo
Desdenhar o canto que já se acabou
 
Não há semente que não brote
Não há choro que não conforte
Onde eterno for o amor
Não há distância que não cruze
 
Não há olhos senão luzes
Na semente que restou…
 
(Anderson Delano Ribeiro)
Anderson Delano

Anderson Delano

Aprendiz de psicólogo pela UFF, poeta, músico, apaixonado por arte, design, nerdices e pela Psiquê.

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